quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Seleção de Jogadores aposentados em 2014

O ano de 2014 ficou marcado por muitos jogadores de grande destaque do futebol mundial pendurando suas chuteiras. E o Rota do Gol fez a seleção dos nossos onze principais jogadores que se aposentaram nesse ano que passou.

Faryd Mondragón: O colombiano não foi um jogador de muita fama. Atuou em muitos clubes, incluindo Indepediente (ARG), Zaragoza (ESP), Galatasaray (TUR) e encerrou a carreira no Deportivo Cali, clube que o revelou. Seu grande feito foi conquistado em seu ultimo ano como atleta, quando na Copa do Mundo de 2014 se tornou o jogador mais velho a disputar uma partida de copa.
Javier Zanetti: Jogou mais de 800 partidas pela Inter de Milão, tendo conquistado a Liga dos Campeões de 2009/2010. O Lateral e volante marcou sua história também na seleção argentina jogando as copas de 1998 e de 2002.
Carles Puyol: Eterno jogador do Barcelona, o zagueiro espanhol conquistou muitos títulos pela equipe catalã. Ídolo da torcida o ex-zagueiro tem no currículo três Ligas dos Campeões e seis campeonatos espanhóis como conquistas mais importantes pelo clube. Pela seleção espanhola jogou duas copas do mundo, conquistando a de 2010, além de levantar a taça da Euro 2008.
Gabriel Heinze: Dono de um currículo repleto de grandes clubes e conquistas. Foi campeão do campeonato inglês, espanhol e francês por Manchester, Real Madrid e Olympique de Marseille. Na seleção argentina ganhou a medalha de ouro nos jogos olímpicos de 2004, em Atenas.
Éric Abidal: Depois de conquistar o Campeonato Francês de 1999/00 pelo Monaco ainda foi campeão do mesmo torneio quatro vezes, pelo Lyon, entre 2004 e 2008. Se transferiu para o Barcelona, onde não parou de ganhar títulos, sendo quatro campeonatos espanhóis e duas Ligas dos Campões os principais deles. Atuou nas copas de 2006 e 2010 pela seleção francesa.
Juan Sebastián Verón: Marcou sua história no futebol italiano, atuando pelo Parma, Lazio e Inter de Milão (onde teve seu maior destaque). Ainda atuou pelo Manchester United, onde conquistou o campeonato Inglês na temporada 2002/03. Em 2009, como seu pai, foi campeão da Libertadores da América pelo Estudiantes. Jogou três Copas do Mundo pela seleção da Argentina, em 1998,2002 e 2010.
Juninho Pernambucano: Pelo Vasco da Gama foi campeão brasileiro nos anos de 1997 e 2000, além da dramática conquista da Libertadores de 1998. Foi contratado pelo Lyon, em 2002, para se tornar o maior ídolo da história do clube, conquistando sete campeonatos franceses consecutivos, entre 2002 e 2008. Pela seleção brasileira foi campeão da Copa das Confederações em 2005 e jogou a copa de 2006. Voltou ao Vasco em 2013, onde encerrou sua carreira.
Clarence Seedorf: Único jogador a conquistar três Ligas dos Campeões por três equipes diferentes, por Ajax, Real Madrid e Milan, respectivamente. O Holandês tem no total quatro títulos do torneio.  Além de marcar seu nome na Europa, viria a atuar no Brasil, pelo Botafogo, idolatrado pela torcida levou a equipe alvinegra a disputa de uma Libertadores da América, após ficar dezenove anos sem disputar a competição.
Alex: Teve grande destaque em clubes brasileiros, se tornando campeão da Libertadores da América de 1999 pelo Palmeiras e da Tríplice coroa com o Cruzeiro em 2003. Atuou ainda por oito anos na Turquia, jogando pelo Fernebahçe, se tornando ídolo do clube, com 378 partidas disputadas, 185 gols e três campeoatos nacionais conquistados. Voltou ao Brasil para se aposentar no Coritiba, clube do coração e que começou.
Rivaldo: Jogou em muitos e grandes clubes na carreira. Sua melhor fase foi no Barcelona, entre 1997 e 2002, sendo o melhor jogador do mundo da FIFA em 1999. Conquistou a Copa do Mundo de 2002 pela seleção brasileira, sendo um dos principais jogadores daquela equipe.
Thierry Henry: Ídolo do Arsenal, jogou mais de 300 partidas pela equipe e comandou o time no título invicto do campeonato Inglês de 2003. No Barcelona conquistou a Liga dos Campeões em 2008/09 além de mais dois campeonatos espanhóis. Campeão da Copa do Mundo de 2008, ainda jogou as copas de 2002, 2006 e 2010.
Marcello Lippi: Um dos únicos treinadores a conseguir conquistar a Liga dos Campeões e a Copa do Mundo. É um ícone na Itália, onde atingiu essas conquistas, sendo campeão continental com a Juventus em 1995/96 e campeão com a seleção italiana em 2006.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Robinho ou Neymar?


Se perguntarmos a qualquer torcedor do Santos, quem é o maior ídolo da história do clube a resposta será rápida: Pelé. Muitos outros craques já desfilaram pelos gramados da Vila Belmiro e marcaram seus nomes no clube praiano. Recentemente dois jogadores revelados pelo clube se destacaram ao ponto de serem chamados de ídolo: Robinho e Neymar. Mas existe uma dúvida que divide muitas opiniões: qual dos dois craques é mais idolatrado pela torcida do Santos?
Robinho e Neymar tiveram uma trajetória parecida no alvinegro praiano, ambos marcados por serem revelados nas categorias de base santista, chamados de “meninos da Vila”. Conquistaram títulos importantes, fizeram mais de duzentos jogos e passaram dos cem gols pelo clube. Os dois foram protagonistas na seleção brasileira e saíram para gigantes clubes do mundo, Robinho para o Real Madrid e Neymar para o Barcelona. 


Surgimento: Robinho subiu das categorias de base do Santos em 2002. O clube passava por uma fase difícil, sem conquistar títulos há muitos anos. O técnico Emerson Leão foi quem consolidou o atacante como titular em um time repleto de jovens, que conseguiram um grande feito, ao ser campeão brasileiro daquele ano quebrando um jejum de 18 sem levantar uma taça. Robinho também ficou muito marcado pelas famosas “pedaladas” na final, contra o Corinthians.
O começo de Neymar foi muito mais discreto. Estreou no time profissional em 2009, ano em que não conquistou títulos e foi vice-campeão paulista também para o Corinthians, aos 17 anos. O que mais credenciou Neymar quando surgiu foi sua passagem na base do Real Madrid em 2005 e a grande expectativa depositada no jovem.
Marcas e conquistas: Robinho possui três passagens pelo santos. Em sua primeira conquistou duas vezes o Campeonato Brasileiro, em 2002 e 2004. O atacante foi protagonista nas duas conquistas, sendo o melhor jogador do campeonato no título de 2004. No intervalo desses dois títulos ainda ajudou o santos a chegar à final da Libertadores da América, mas a equipe acabou perdendo o título para o Boca Juniors. Em sua primeira volta ao Santos, em 2010, Robinho ainda conquistou o paulistão e a Copa do Brasil ao lado de Neymar.
A partir de seu segundo ano como profissional, Neymar chamou a atenção com um futebol genial. Conquistou o tri Campeonato Paulista, nos anos de 2010, 2011 e 2012. Em Parceria com Robinho e Ganso levou a equipe da Vila ao título da Copa do Brasil de 2010, além do título a vaga para a Libertadores do ano seguinte. Na disputa do torneio continental Neymar mostrou seu melhor futebol pela equipe santista, levando a taça da Libertadores, algo conquistado pela ultima vez no Santos em 1963, equipe comandada por Pelé. A conquista do torneio levou o santos a disputas outros dois campeonatos: o Mundial interclubes de 2011 e a Recopa Sul-Americana de 2012. O Mundial colocaria o Santos diante do futuro time de Neymar: o Barcelona, que dominou a equipe santista na competição intercontinental, goleando por 4x0. Já na Recopa a história foi outra, conquista tranquila sobre o Universidad do Chile.
Seleção brasileira: Os dois atacantes tiveram passagens de destaque nas seleções de base do Brasil, sendo protagonistas de suas épocas. Na seleção principal, Robinho jogou duas Copas do Mundo, de 2006 e 2010. Em sua primeira copa foi convocado como garoto, em uma seleção que contava com Ronaldo, Adriano, Kaká e Ronaldinho, que foi eliminada nas quartas-de-final para a França. Depois do fracasso de 2006, Robinho se tornou um dos principais jogadores da seleção brasileira na copa de 2010, também eliminados nas quartas, mas desta vez para a Holanda, jogo em que o atacante marcou o gol brasileiro na derrota por 2x1. Apesar de não conseguir ir bem em copas, ainda conquistou quatro títulos com a amarelinha: a Copa America de 2007,  as Copas das Confederações de  2007 e 2009 e o Supercássico das Américas de 2014.
Neymar teve menos tempo para ficar marcado na seleção principal que Robinho, mas também conseguiu um grande destaque. Foi pedido pela torcida para ser convocado para a Copa do Mundo de 2010, mas ficou de fora. No mesmo ano foi convocado pela primeira vez, marcando a sua estreia. Conquistou três edições do Superclássicos das Américas, em 2011, 2012 e 2014. Seu principal título com a seleção foi a Copa das Confederações de 2013, sendo o melhor jogador da competição. Veio a Copa de 2014, no Brasil, Neymar era a principal esperança dos brasileiros. O Jogador vinha bem na copa, se destacando, mas em um lance de total infelicidade se contundiu em um lance com Zuniga da Colômbia, nas quartas-de-final, fiando de fora do restante da copa, antes da trágica eliminação para a Alemanha. 

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Mais um ano de Ceni

Para a alegria da torcida do São Paulo, o ano de 2014 não ficará marcado pela despedida do maior ídolo da história do tricolor paulista. Visando a disputa a Libertadores do próximo ano, Rogério Ceni adiou sua aposentadoria, dividindo opiniões sobre se deveria ou não pendurar as luvas. O certo é que os números mostram que o camisa 1 são paulino manteve uma boa regularidade nos últimos anos, se destacando no futebol brasileiro.
O ano de 2015 vai ser muito importante para o São Paulo. Rogério Ceni adiou sua aposentadoria afim de conquistar um último título. E vai estar em campo, pelo menos, na disputa do campeonato paulista e da Libertadores. Na próxima temporada o tricolor completa dez anos da última vez que conquistou tanto o torneio estadual quanto o continental, as duas taças levantadas pelo capitão Rogério Ceni.
Os números vêm a favor de Ceni, que nas últimas três temporadas mantive uma boa regularidade. Apesar dos 42 anos, se destacou em 2014 em relação aos lançamentos certos para os companheiros, sendo o melhor goleiro do campeonato brasileiro neste quesito, uma marca do jogador que trabalha muito bem com os pés.

Conhecido como “goleiro artilheiro”, Rogério Ceni se superou na última temporada. Marcou 3 e 2 gols respectivamente em 2012 e 2013. Já em 2014 sua marca é muito superior, balançando as redes em 8 oportunidades. Porém existem muitos que dizem que os gols marcados por Ceni não o valorizam debaixo das traves, mas este ano seu destaque não foi só marcando gols. Apesar da segunda colocação no campeonato brasileiro, o São Paulo teve apenas a sexta melhor defesa da competição, o que não tira os méritos de seu camisa 1, que em 34 partidas na competição Rogério Ceni ficou 13 partidas sem sofrer gols, apenas atrás de Marcelo Grohe (19) do Grêmio e Cássio (14) do Corinthians, que foram goleiros das melhores defesas do campeonato. Rogério Ceni ainda está entre os seis goleiros, com mais de dez jogos no Brasileirão, que têm média menor que um gol por partida, ou seja, que sofreram menos gols do que partidas disputadas. O goleiro tricolor sofreu 32 gols em 34 jogos.
Agora a torcida tricolor do Morumbi deposita suas esperanças em seu maior ídolo para o próximo ano. A busca pela aposentadoria depois de levantar uma última taça talvez seja a motivação para Ceni continuar. Os torcedores chegaram a ver com “bons olhos” as trágicas eliminações neste ano, só pra poder ver Rogério Ceni atuando em 2015, esperando que o goleiro mantenha a regularidade dos últimos anos. 

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Thierry Henry 14

Hoje o futebol se despede de mais um craque. O francês Thierry Henry anunciou sua aposentadoria, depois de muitas glórias. O atacante eternizou a camisa 14, sendo marcante por onde passou, em seus vinte e um anos de carreira. Campeão do mundo, da liga dos campeões e campeonatos nacionais, Henry deixará um legado de um atacante “diferente”, que além de saber fazer gols servia os companheiros com maestria.
                Seu inicio no futebol foi na França com o técnico que seria um grande companheiro no futuro. Com Arsene Wenger, Henry teve seu inicio jogando pelo Mônaco. Na equipe francesa conquistou o título da Ligue 1 em 1996-97 e chegou a levar sua equipe a uma semifinal de liga dos Campeões.  Seu talento o levou a uma das grandes equipes da Itália, mas sua passagem pela Juventus durou apenas um ano, sem sucesso.

                Henry, criticado na Itália, não sabia que sua saída da Juve seria tão importante. Da equipe italiana o atacante se transferiu para o Arsenal, onde se reencontraria com o primeiro técnico de sua carreira, Arsene Wenger. Na equipe londrina Thierry atingiu o auge em sua carreira, ficou marcado na história do time, quebrou recordes. Nos Gunners quase conseguiu o título de melhor jogador do mundo por duas vezes, sendo o segundo os anos de 2003 e 2004. Em nove temporadas conquistou oito títulos: 2 Premier Leagues, 3 FA Cups, 3 Supercopas da Inglaterra. Foi em uma Premier League que o francês conquistou um de seus maiores feitos da carreira, quando conquistou o título de forma invicta, em um time conhecido por “invencibles”. Também ficou conseguiu atingir muitas marcas individuais, Henry é o maior artilheiro da história do Arsenal (228 gols), artilheiro da Barclays em quatro temporadas e até hoje mantém a marca de melhor média de gols da Premier League com 0,68 por jogo. O camisa 14 foi premiado com uma estátua na frente do estádio do time londrino, o Emirates Stadium. Sua única tristeza em sua passagem foi não ter conseguido conquistar o título da Liga dos Campeões pela equipe.
A marca do atacante também está presente na seleção francesa, mas dessa vez atuando com a camisa 12. Conquistou a Copa do mundo de 1998, uma Eurocopa e uma Copa das Confederações, além de ter sido o autor do gol que eliminou o Brasil na Copa de 2006. É o maior artilheiro da história da seleção francesa com 51 gols em 123 jogos.
                Seu ciclo no Arsenal teria fim em 2007, quando Henry se transferiu para o Barcelona. O atacante já havia dito que a única equipe que o faria sair dos Gunners seria a catalã. Com um contrato milionário e recebendo a camisa 14 e fazendo uma parceria muito esperada por muitos com Ronaldinho Gaucho. No Barça, o francês conseguiu o título que tanto almejou em sua carreira. A conquista da Liga dos campeões veio em 2009, um ano mágico repleto de títulos, chamados de “sextete de 2009” conquistando também a copa e supercopa da Espanha, o campeonato espanhol, a supercopa da UEFA e o mundial de clubes. Seus bons tempos na equipe espanhola foram acabando. Reserva antes da Copa do mundo de 2010, pediu para ser transferido.
                A copa do mundo de 2010 ficou marcada por um vexame e o anuncio da aposentadoria na seleção francesa. O atacante se transferiu para o futebol dos Estados Unidos. Chegou como principal jogador New York Red Bulls, mas demorou a se adaptar ao futebol norte americano em sua primeira temporada. Já na segunda, com a forma física mais apurada, apresentou o futebol que os torcedores esperavam.
                Henry voltaria para o Arsenal, em 2012, durante as férias da MLS. Uma passagem curta, marcada por muitas emoções e uma nova camisa vestida pelo atacante, desta vez usava a 12. Em sua reestreia marcou o gol da classificação na copa da Inglaterra, contra o Leeds. Depois de algumas partidas, se despediu de vez do Arsenal, em uma trágica eliminação na Liga dos Campeõs para o Milan, mas a torcida o aclamava como se estivesse vivendo seus melhores tempos de “invencibles”.
                Voltou ao NY Red Bulls com sede de gols com uma passagem mais empolgante que a primeira. Donovan mostrou admiração ao atacante ao falar de seu profissionalismo na liga norte americana, assim como todos os torcedores americanos. Thierry se despedia do futebol dos Estados Unidos no dia primeiro de dezembro, no que seria seu último clube da carreira.

                Thierry Henry encerrou sua carreira com maestria, admirado por muitos. Um atacante versátil, goleador e participativo. Com mais de 200 assistências na carreira, mostrava-se cerebral. Seus golaços ficarão marcados na história e serão lembrados pra sempre no futebol inglês, francês e no mundo.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Top 10 Flunimed

Depois de quinze anos de contrato e de alguns títulos, a Unimed não será mais patrocinadora do Fluminense. Com a antiga parceira a equipe carioca saiu de uma conturbada série C em 1999 e levantou troféus: três cariocas (2002, 2005 e 2012), uma Copa do Brasil (2007) e dois Brasileiros (2010 e 2012), além da Série C (1999). Durante todo esse tempo de conquistas, o tricolor carioca contou com várias contratações de peso do futebol brasileiro. Veja a lista das dez melhores contratações do Fluminense enquanto era patrocinado pela Unimed.



Romário: Depois de conquistar uma Copa de 94, ter sido melhor jogador do mundo no ano o baixinho chegou ao Fluminense em 2002, após saída conturbada do Vasco. Foi à grande contratação da equipe para o ano do centenário.
Edmundo: Também com um fim de passagem conturbada do Vasco, Edmundo chegou às laranjeiras com o aval de Romário em 2004. O atacante explicou a saída do rival pelos atrasos de salário e pelo “projeto consciente” do fluminense.
Petkovic: Também teve passagens de destaque por Flamengo e Vasco antes de chegar ao tricolor, em agosto de 2005 começou sua trajetória depois de ser contratado junto ao Al-Ittihad da Arábia Saudita. Fez o milésimo gol da história do Flu em Campeonatos Brasileiros e chegou a “roubar” a camisa 10 do maestro Felipe.
Dodô: O artilheiro dos gols bonitos saiu pela porta dos fundos do Botafogo, sem renovação e chamado de mercenário pela torcida. Foi o artilheiro do futebol brasileiro em 2007 e contratado pelo Fluminense em 2008 como um dos grandes nomes para a disputa da Libertadores.
Washington: Artilheiro da Copa do Brasil pela Ponte Preta em 2001 e do Campeonato Brasileiro 2004 pelo Atlético Paranaense, o “coração valente” venceu problemas cardíacos e foi goleador por onde passou. Antes de ser anunciado pelo Flu disputou o Mundial de Clubes pelo Urawa Red Diamonds. Depois da competição, em 2008, chegou como estrela de um grade ataque formado para a Libertadores da América do mesmo ano.
Leandro Amaral: Depois de idas e vindas entre Vasco e Fluminense, envolvendo até brigas judiciais, o atacante retornou de vez para o tricolor para jogar a Taça Libertadores de 2008. Chegou para formar o ataque chamado de "três tenores" com Washington e Dodô.
Fred: Com passagem pela seleção brasileira na Copa do Mundo de 2006 e boa trajetória na Europa jogando pelo Lyon, Fred chegou ao Fluminense como grande nome do ataque brasileiro para uma geração pós Ronaldo.
Deco: Conhecido como “mago” depois de grandes passagens por Porto e Barcelona, conquistando duas Ligas dos Campeões, além de se naturalizar português e ser importante jogador da seleção do país. O camisa 20 foi contratado como estrela do futebol mundial para jogar no meio campo do tricolor carioca.
Thiago Neves: O meia esquerda teve passagens pelas laranjeiras em 2007 e em 2009 com destaque, além de ter jogado pelo grande rival Flamengo em 2011. Thiago Neves voltou ao tricolor em 2012 como a décima maior contratação da história do futebol brasileiro, vindo do Al-Hilal por 16 milhões de reais.
Conca: O argentino também trocou o Vasco pelo Fluminense. Ficou no Flu de 2008 a 2011. Sua primeira passagem pelo tricolor foi de grande destaque, o que levou a contratá-lo novamente em 2014 como um dos maiores salários do clube, girando por volta de 700 mil reais por mês.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Alex 10


Neste final de Campeonato Brasileiro o campeão e os times que vão disputar a libertadores já estão decididos. Na parte debaixo da tabela, os dois maiores clubes baianos brigam com o Palmeiras para ver quem se salva do rebaixamento. Mas nesta última rodada, o grande momento será a despedida do último grande camisa dez que o futebol brasileiro teve a honra de prestigiar. Alex fará o seu último jogo como profissional pelo Coritiba, seu clube do coração, contra o Bahia, que luta contra o “seu” Palmeiras, clube por onde ganhou a Libertadores da América, em 99.

Alex não foi um craque comum. Canhoto e dotado de uma inteligência fora do comum, teve muito destaque no futebol brasileiro, saindo da base do Coritiba para ser camisa 10 palmeirense no maior título da história do clube. Fez partidas memoráveis contra Corinthians, São Paulo e River Plate, sendo um dos destaques nesta sua passagem pelo clube(1997-2000), apesar da turma do amendoim(como ficou conhecida alguns torcedores mais chatos) apelidá-lo de Alexotan, alegando que era um atleta sonolento em algumas partidas. Teve uma passagem apagada no Flamengo e depois de mais duas passagens rápidas pelo alviverde paulista chegou a seu segundo momento pelo Cruzeiro. Campeão Mineiro, Brasileiro e da Copa do Brasil. Líder de um time que assombrou pela facilidade de fazer gols e ganhar jogos, que jogava no ritmo de seu maestro. Maestro que além de criar fazia gols(23), uma quantidade absurda para um meia, com uma qualidade e beleza que espantava quem acompanhava.


Uma passagem a quem da sua qualidade na seleção brasileira, onde seu melhor momento foi na Copa América de 99 e no pré-olímpico de 2000. Camisa dez num time que tinha Ronaldinho Gaúcho ao seu lado e muita, mas muita idolatria dos turcos no tempo em que jogou no Fenerbahçe. Oito anos no clube e identificação absoluta com os fanáticos torcedores da metade oriental de Instambul. Adoração conquistada com belos gols e liderança que colocou a equipe a disputar a Champions League com frequência. Ao deixar a equipe ganhou uma estátua dos torcedores como reconhecimento pelo tempo em que se dedicou; homenagem mais que merecida.

Alex é, provavelmente, o último grande camisa 10 que estamos vendo, e que se despede de nós no próximo domingo, 07/12. Foi um craque indiscutível, daqueles que não precisamos ver nos gigantes europeus para saber que foi muito acima da média. Tipo raro de jogador que tem talento com a bola no pé assim como fora de campo. É craque pois sabe se posicionar, ser líder e porque busca melhorar um futebol brasileiro que lhe deu muito menos do que merecia, onde foi só foi reconhecido de fato após sair. Futebol que só sentiu a sua falta depois que se mandou para a Turquia. País que se era pequeno demais para o futebol de Alex, compensou seu tamanho com idolatria e respeito a este gênio de Curitiba. Por isso Alex foi 10. E por isso continuará sendo.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

O que significa este Atlético e Cruzeiro na final da Copa do Brasil

Atlético e Cruzeiro deram o primeiro passo nesta quarta-feira para decidir quem será o campeão da Copa do Brasil. Mais do que isso, o lado vencedor desta decisão será o primeiro a vencer uma final fora de Belo Horizonte. E quando falo em fora da capital mineira, é porque nunca as duas equipes haviam chegado simultaneamente a uma decisão que não fosse do campeonato mineiro. Este ano, conseguiram com bom futebol e muito sofrimento nas últimas fases do torneio.

O Cruzeiro, justo líder do campeonato brasileiro eliminou com muito suor a equipe do Santos. Foram dois jogos apertadíssimos onde o time celeste precisou mostrar muita garra nos momentos em que faltava perna, muito em conta pelos mais de 60 jogos no ano, que acaba prejudicando jogadores como Éverton Ribeiro, visivelmente cansado, e que equilibrou o jogo pro alvinegro praiano que rodava mais o elenco em um campeonato brasileiro que não tinha grandes perspectivas.

O Atlético por sua vez teve o caminho mais complicado. Precisou duas vezes seguidas reverter uma vantagem de dois a zero, contra as duas equipes de maior torcida do país, aquelas que parte da mídia adora dizer: “deixou chegar agora aguenta, a torcida empurra e a camisa pesa”. Pesou contra. Eliminou Corinthians e Flamengo mesmo saindo atrás no placar e precisando de quatro gols. Jogou muita bola nas quartas de final. Na semi não foi tão bem, mas sobrou coração do seu lado, faltou coragem do lado rubro-negro.

O primeiro jogo da decisão foi ontem no Independência fervendo, e a pulsante equipe do Galo se impôs e ganhou o primeiro jogo de 2x0. O time de Levir Culpi conseguiu a terceira vitória sobre o rival no ano em um jogo truncado, nervoso e muito melhor do que seria se tivessem passado Santos e Flamengo. Nada contra as duas equipes, mas ter o primeiro clássico mineiro em uma final de Copa do Brasil, o atual campeão brasileiro e líder do campeonato contra o vencedor da Libertadores e “melhor mandante do mundo”, segundo Alexandre Kalil, é algo que os deuses do futebol não poderiam deixar passar. E não deixaram. Ao Cruzeiro basta lembrar que o rival que o venceu por dois gols de diferença é o mesmo que havia perdido pelos mesmos dois gols nas fases anteriores e que conseguiu virar. E não há motivação maior para o elenco celeste do que conquistar a segunda tríplice coroa do clube do que contra o maior rival, virando um placar improvável, assim como o Atlético o fez. Ainda mais se sair perdendo logo no início. Porque bola pra isso a equipe mostrou que tem.

Nada contra Flamengo e Santos, mas hoje são apenas equipes de meio de tabela, sem a intensidade nem a qualidade dos times mineiros. Por isso esta final significa tanto pras duas equipes. É a chance de triunfar sobre o adversário pela primeira vez fora do território e de mostrar quem é que manda fora de casa.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

O caminho até a decisão mineira

Enfim a Copa do Brasil chega a sua final, Atlético Mineiro x Cruzeiro. O maior clássico de Minas Gerais vai definir o melhor time do maior torneio mata-mata do Brasil. Os olhos dos brasileiros, amantes de futebol, estão focados na decisão mineira. De um lado a equipe atleticana que se tornou o “time da virada”, buscando resultados milagrosos durante o torneio, do outro os cruzeirenses, que são para muitos o melhor time brasileiro há algum tempo, passando por poucas dificuldades na Copa do Brasil desse ano.
                As duas equipes vieram da Taça Libertadores da America, tendo um caminho mais curto na Copa do Brasil. Começaram a competição já nas oitavas de final, cada um com uma trajetória diferente. O Cruzeiro com um caminho “teoricamente” mais fácil e o Atlético passando por um caminho de pedras vencido na raça.

OITAVAS DE FINAL: O Atlético Mineiro começou sua batalha contra o Palmeiras, a equipe paulista passava por uma péssima fase, lutando para não ser rebaixado no Campeonato Brasileiro. Resultado: duas vitórias tranquilas contra um adversário que apesar de grande se mostrou muito frágil.
Se o primeiro confronto do Galo foi fácil, o que dizer do Cruzeiro? Enfrentou a fraca e pouco tradicional equipe do Santa Rita de Alagoas, Aplicando de cara, no primeiro jogo, uma goleada por 5x0 e apenas administrando a partida de volta fora de casa com outra vitória.

QUARTAS DE FINAL: Essa fase do torneio colocou outra equipe paulista a frente do Atlético, mas dessa vez um adversário mais forte. O Corinthians que brigava na parte de cima da tabela prometia ser um oponente mais forte. Os dois jogos provaram isso. Depois de a equipe corinthiana abrir uma boa vantagem em casa e sair vencendo no Mineirão o Atlético começou sua caminhada de viradas na competição, arrancando um inesperado 4x1 e se classificando heroicamente.
O Cruzeiro, então, enfrentava mais um adversário teoricamente mais fácil. Após eliminar o Vasco, o ABC aparecia como uma zebra que já tinha feito seu papel no campeonato, para muitos seria preza fácil para a equipe celeste. O Favoritismo cresceu mais ainda depois da equipe mineira sair na frente no duelo, indo para a segunda partida no Rio Grande do Norte com vantagem. Depois de abrir 2x0, ampliou ainda mais sua superioridade, mas não contava com a virada do ABC, por 3x2, classificando o Cruzeiro pelos gols feitos fora de casa (primeiro critério de desempate.

SEMIFINAL: A equipe atleticana chegou com moral para o embate contra o Flamengo. Por incrível que pareça a derrota fora de casa no primeiro jogo por 2x0 deu mais força ainda para a torcida do galo apoiar o time, contando com mais uma virada histórica, dessa vez contra a equipe carioca. E a vitória veio tão emocionante quanto se imaginava, repetido o placar das quartas de final (vitória por 4x1). O Atlético viria a surpreender o Brasil mais uma vez, marcando seu nome na história da Copa do Brasil e conseguindo pela primeira vez a vaga na final da competição.
Pela primeira vez, a raposa tinha um grande adversário pela frente na Copa do Brasil. O Santos poderia ser uma “pedra no sapato” da equipe mineira, e foi. Mas o Cruzeiro mostrou sua força no Mineirão no primeiro jogo e honrou o status de “melhor time do Brasil”, conseguindo ir para a Vila Belmiro com a vantagem de 1x0. Fora de casa à história parecia tomar um rumo diferente, os “meninos da Vila” mostraram seu talento e chegaram a abrir 3x1 no placar, porém o Cruzeiro conseguiu empatar a partida, alcançando a vaga na final da Copa do Brasil.

                Hoje Atlético e Cruzeiro se enfrentam na primeira partida da final. Dois caminhos tão diferentes levaram os maiores clubes mineiros para a decisão mais importante e que mais mobilizou Minas Gerais.    

terça-feira, 11 de novembro de 2014

"Jogador de segundo tempo"

Luciano não chegou ao Corinthians como uma contratação de “peso”, mas já de cara mostrou seu valor. Aquele que seria mais um jogador para compor o grupo se tornou destaque na péssima campanha do Campeonato Paulista. Apesar do destaque no Paulistão, e hoje artilheiro do time no ano, o jogador amarga uma sina de não conseguir atuar bem em partidas que começa como titular.
Qual é a explicação para um “jogador de segundo tempo”? Luciano Neves, atacante do Corinthians, seria uma ótima resposta para essa pergunta. O artilheiro do timão no ano não tem só motivos para sorrir, mesmo alcançando essa marca, sua irregularidade é demonstrada a cada vez que o atacante joga mal quando é escalado como titular e vai bem quando é reserva.
O atacante corinthiano é o artilheiro do clube no ano com 13 gols (jogos oficiais). Sua estréia foi como reserva, mas entrou ainda no primeiro tempo do jogo, marcando o gol logo no seu primeiro toque na bola. Em partida que foi decisivo marcando dois gols, criando grande expectativa na torcida alvinegra, que se empolgou mais ainda ao ver mais dois gols do jovem atacante em sua segunda partida, dessa vez como titular.

A última partida em que Luciano marcou gol entrando como titular foi na estréia da Copa do Brasil, em Março, contra o Bahia de Feira de Santana, fora de casa, partida na qual o atacante marcou dois gols. De lá pra cá foram 43 partidas pelo Timão, sendo 21 delas como titular, em apenas duas o atacante marcou começando jogando. Já começando no banco, Luciano soma 22 partidas, marcados gols em seis delas.
O que mais impressiona nos números do atacante são os tempos nas partidas que ele anota seus gols. O gol mais rápido do jogador do Corinthians foi aos 31 do primeiro tempo contra o Bahia de Feira, pela copa do Brasil, um de seus poucos três gols marcados na etapa inicial das partidas (dez marcados no segundo tempo). Mais impressionante ainda são os gols pelo Campeonato Brasileiro, todos os gols feitos no segundo tempo, o mais rápido do atacante foi anotado aos 28 minutos da segunda etapa, contra o Cruzeiro, no Mineirão.

É certo dizer que Luciano tem uma boa e rápida leitura de jogo quando entra no segundo tempo, seu jeito definidor e agudo faz com que o atacante se dê muito bem quando encara uma defesa mais cansada. A afirmação que exista um “jogador de segundo tempo” divide opiniões, Luciano vem provando que existe. Agora basta ao técnico Mano Menezes observar essa questão e continuar colocando Luciano no segundo tempo, para poder dizer que é o “dedo do treinador”.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Super clássicos Mundiais



Super clássicos Mundiais: Real VS Barça

Ao procurar o conceito de “Clássico” no dicionário iremos encontrar:

1 Diz-se da obra ou do autor que é de estilo impecável e constitui modelo digno de imitação.
2 Que constitui modelo em belas-artes.
3 Que obedece a certo padrão de técnica ou de estilo

Estas definições com certeza tudo tem a ver com os chamados “Clássicos” ou até “Super Clássicos” do futebol. E foi pensando nisso que o Rota do Gol F.C. decidiu lançar uma série de matérias sobre os maiores clássicos do futebol, pra você conhecer melhor de onde vem essa rivalidade, quem são os grandes nomes que brilharam nas equipes nessas partidas sempre emocionantes. Toda semana um grande clássico do futebol.

E o primeiro não podia ser diferente, considerado por muitos como o maior clássico do Futebol Mundial, “El Clássico” Real Madri VS Barcelona que se enfrentam nesse sábado dia 25/10 no Santiago Bernabeu pela nona rodada do Campeonato Espanhol.
Esse clássico representa muita rivalidade na Espanha desde muito tempo, diferente da maioria dos grandes clássicos nas quais os times rivais são ou da mesma cidade ou da mesma região, aqui essa rivalidade transcende as barreiras da proximidade. O Real Madri sempre foi mais ligado a realeza e carrega consigo esse sentimento de poder centralizador de Madri e o Barcelona que é da região da Catalunha, local esse que representa a autodeterminação e o sentimento separatista.

A rivalidade é de fato mais intensa até que em jogos contra os rivais da cidade Atlético de Madri (Real) e Espanyol (Barça). As animosidades, entretanto, só se incendiaram após Alfredo di Stéfano, contratado em 1953 pelo Barcelona, assinar polemicamente com o Real, em decadência, que logo teria anos de ouro e conquistas com o jogador argentino. A primeira partida entre FC Barcelona e Real Madrid CF, foi disputada no dia 13 de Maio de 1902 nas semi-finais da antiga Copa de la Coronación, precedente da atual Copa do Rei e o Barcelona venceu este jogo por 3 a 1.

E Di Stéfano não foi o único a “virar a casaca”, na história desses clubes outros jogadores chegaram a mudar de Barcelona para Madri e vice-versa. O português Luis Figo jogou em Barcelona e se tornou ídolo por lá, até quando em 2000 passou a defender as cores do time de Madri sendo detestado pelos torcedores. Outro caso conhecido foi o de Luis Enrique (ex- jogador e atual técnico do Barça) atuou pelas duas equipes e é o jogador com mais clássicos (Jogando em equipes diferentes) disputados até hoje com 22 jogos, sendo 13 com a camisa da equipe Catalã e 9 com o time Merengue, o goleiro Iker Cassilas é o recordista por uma só equipe com mais de 40 atuações. Ao todo, trinta e três futebolistas jogaram nos rivais, sendo vinte e dois deles após a "traição" de Di Stéfano. Destes 22, onze em transferências diretas.

O maior artilheiro do Clássico é Lionel Messi com 21 gols marcados ele bateu esse ano na vitória do Barça por 4 a 3 em pleno Santiago Bernabeu onde o argentino anotou 3 tentos ( Em clássicos o último Hat-Trick de “La pulga” foi justamente no seu primeiro clássico como profissional em 2007 no empate por 3 a 3 no Camp Nou) ultrapassando o também argentino Alfredo Di Stéfeano que tinha 18 gols na história de “El Clássico”.

O Clássico teve grandes nomes, em 2005 o craque Brasileiro conseguiu Ronaldinho Gaúcho conseguiu um feito antes só conseguido por ninguém menos que Diego Maradona que na Copa do Rei de 83, foi aplaudido de pé pela torcida rival do Real Madrid por seu desempenho brilhante na vitória do Barça por 3 a 0 em pleno Santiago Bernabeu, relembre:



 Outros brasileiros Brilharam nas equipes confira os nomes de maior destaque:
Real Madri:
Didi (1959-1960)
Evaristo de Macedo (1962-1964)
Ricardo Rocha (1991-1993)
Roberto Carlos (1996-2007)
Zé Roberto (1997-1998)
Sávio (1997-2002)
Ronaldo (2002-2008)
Marcelo (2007)
Pepe (2007)

Barcelona:

 Evaristo de Macedo (1956-62) 
Roberto Dinamite (1980) 
Aloisio (1988-90) 
Romário (1993-95) 
Giovanni (1996-99) 
Ronaldo (1996-97)
Rivaldo (1997-2002) 
Geovanni (2001-02) 
Ronaldinho Gaucho (2003-08) 
Belletti (2004-07)
Deco (2004-08)
Edmílson (2004-08) 
Sylvinho (2004-09) 
Thiago Alcántara (2007) 
Daniel Alves (2008) 

As equipes tiveram confrontos épicos tanto em Campeonato Espanhol, quanto em Copas e Liga dos Campeões, o confronto é equilibradíssimo em 227 jogos oficiais o Real Madri é o maior vencedor com 91 vitórias e o Barcelona vem logo atas com 88 e ainda tivemos 48 empates. Separamos 5 partidas mais marcantes:

1 O show de Ronaldinho (2004)
 
3x0 para o Barça Ronaldinho Gaúcho vivia o auge de sua carreira - naquele mesmo ano, foi eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa, prêmio que conquistaria novamente no ano seguinte. Em partida disputada no Santiago Bernabéu, o brasileiro marcou dois gols (o primeiro foi de Eto’o) e saiu aplaudido de pé pela torcida adversária.
2 Quebra de jejum na Liga (2002)

2x0 para o RealO Real Madrid não vencia o Barcelona no Camp Nou há 19 anos. Na primeira partida das semifinais da Liga dos Campeões, Zidane e McManaman garantiram a vitória por 2 a 0. Um empate em casa garantiu a classificação para a final do torneio. O Real foi campeão depois de vencer o Bayer Leverkusen na final.
3 Uma virada saborosa (2009)
 
6x2 para o BarçaJogando em casa, o Real Madrid saiu na frente com gol do argentino Higuain, mas o Barça respondeu com três gols antes mesmo do intervalo. Foi uma das maiores goleadas do rival no Santiago Bernabéu. E a vitória praticamente assegurou o título de campeão espanhol para o Barça naquela temporada.
4 Português na mira (2002)
 
0x0 em BarcelonaEm 2000, Luís Figo, ídolo do Barça, se transferiu para o Real, causando a ira da torcida catalã. Dois anos depois, em uma partida que terminou empatada, Figo foi duramente hostilizado pelo público no Camp Nou. Alvo de objetos diversos sempre que se aproximava da lateral do campo, Figo chegou a ver uma cabeça de porco sendo arremessada contra ele.

 5 Empate espetacular (2007)
 
3x3 em BarcelonaNem sempre um empate é sinônimo de jogo ruim. Com os dois times eliminados da Copa dos Campões, vencer o clássico no Campeonato Espanhol era obrigação. Messi, que tinha apenas 19 anos, e Van Nistelrooy fizeram dois gols cada logo no primeiro tempo. Na segunda etapa, Sergio Ramos fez o terceiro do Real, mas Messi voltou a empatar, aos 45 minutos.

O jogo deste Sábado marcará a estreia do Uruguaio Luiz Súarez, e tem tudo pra ser mais um grande jogo e com grandes gols que marcarão novamente a história deste grande clássico.